Moda Tendência, uma viagem pela moda em alta! Envio grátis a partir de 69€ de compra em Portugal!
Português PT
Os brincos argola desta página dividem-se em duas famílias: as argolas de aço prateado ou dourado , lisas, estriadas ou percorridas por uma fila de strass, e os modelos em que…
Os nossos brincos pendentes para senhora vão do pendente curto, logo abaixo do lóbulo, ao modelo comprido que acompanha cada movimento. Contas, penas, correntes finas ou…
O que a roupa deixa livre junto ao rosto decide quase tudo: uma gola alta pede um modelo curto, um decote em V aceita uma composição que desce. Estes brincos fecham por pressão…
Existem 630 produtos.
O tamanho decide quase tudo: o efeito no rosto, o à-vontade ao fim do dia e a facilidade de combinar com um colar. Um par que fica colado ao lóbulo passa despercebido debaixo de um cachecol; um par comprido, esse, pede espaço e uma roupa sóbria ao lado. A tabela abaixo separa os quatro escalões que se encontram na secção.
| Rente ao lóbulo | Fica preso ao lóbulo, não se prende na malha nem na gola do casaco |
|---|---|
| Curto | Desce pouco abaixo da orelha, com movimento discreto |
| Médio | Chega a meio do maxilar, o escalão mais fácil de usar todos os dias |
| Comprido | Passa a linha do maxilar, balança a cada passo e pede um decote limpo |
Para comprimento e movimento, comece por os modelos que descem abaixo do lóbulo: há formas curtas, correntes e fios de contas que balançam a cada passo.
A argola envolve o lóbulo e continua visível de perfil, o que se agradece com o cabelo apanhado. O pendente desce e mexe-se, por isso ganha protagonismo quando vira a cabeça. O modelo de pressão, esse, aperta o lóbulo sem atravessar a orelha.
Para um par que se põe e se esquece, as nossas argolas cobrem toda a distância entre o anel fino de escritório e o círculo largo de fim de tarde.
Se não tem as orelhas furadas, ou se a haste começa a incomodar a meio da tarde, a resposta está nos modelos que se prendem sem furo. Um clip nunca deve apertar ao ponto de deixar marca: quando isso acontece, o problema é do par e não do lóbulo.
O conforto não se avalia ao espelho, avalia-se à noite: o peso ao fim do dia diz mais do que a primeira impressão. As formas ocas, os anéis finos e os pendentes em resina mantêm-se leves, enquanto um motivo em metal maciço se faz notar mais cedo.
O fecho também conta: uma haste com borboleta segura bem um par pequeno e um gancho deixa os modelos compridos oscilar à vontade. Para não ter de pensar na humidade nem na transpiração, veja a seleção em aço inoxidável: este material não escurece em contacto com o ar e limpa-se com um pano macio.
O decote dá logo uma pista. Uma gola alta não deixa espaço a um colar, por isso um pendente comprido torna-se a escolha natural. Com uma camisa aberta já costuma haver um fio, e ao lado uma argola média fica mais equilibrada. Com o cabelo solto convém um modelo que ultrapasse a madeixa; com o cabelo apanhado vê-se tudo, incluindo as costas do fecho.
Misturar dourado e prateado resulta quando parece uma escolha e não um descuido. O caminho mais simples é partir de um conjunto já a condizer e trocar depois uma peça de cada vez.
Comece por observar o que a pessoa já usa: quem só põe pares pequenos raramente muda para um modelo comprido. Se tiver dúvidas sobre o furo, os modelos de pressão resolvem a questão, porque servem a orelhas furadas e não furadas. Um par médio, num acabamento neutro, é a aposta que erra menos.
Sim, desde que a pressão esteja bem regulada e o par não seja pesado. Vale a pena experimentá-los uma tarde em casa antes de os levar para um dia completo fora. Se ao fim de duas ou três horas o lóbulo começar a queixar-se, afrouxe ligeiramente a mola em vez de insistir.
Não, mas mudam de registo conforme o resto. Com uma camisola lisa e o cabelo solto, um pendente comprido passa perfeitamente de dia. O que o torna festivo é quase sempre o brilho e o volume à volta, não o comprimento em si.