A pulseira de punho usa-se aberta: o pulso entra de lado, pelo vão, e a peça retoma depois a forma, sem fecho para ajustar. A maior parte dos modelos combina duas faces em couro sintético, uma de cada cor, e basta virar a tira para mudar de tom.

Além do couro sintético, há peças em metal vazado e algumas em aço dourado. Os acabamentos são dourados ou prateados, por vezes os dois na mesma peça.

Com glitter ou liso: as superfícies do couro sintético

Antes da cor, o que distingue estas tiras é a superfície. Uma das faces leva glitter e apanha a luz mal o pulso se mexe; a outra fica lisa e brilhante, com um reflexo contínuo e bem mais discreto. Num terceiro grupo, o couro sintético tem acabamento metalizado, prateado ou dourado, e aproxima-se do tom do próprio acabamento metálico. É esta oposição entre as duas faces que dá sentido ao gesto de virar a peça.

As três superfícies presentes na seleção

O que muda de uma superfície para a outra
SuperfícieOnde apareceEfeito no pulso
Com glitterRosa, mostarda, verde, azul celeste, vermelhoApanha a luz e serve de ponto de destaque
Liso brilhanteA face oposta das mesmas tiras bicoloresReflexo contínuo, discreto por baixo da manga
MetalizadoPrateado cintilante, prateado liso, dourado lisoAproxima a tira do tom do acabamento

Nenhuma destas peças tem fecho para ajustar ao pulso, por isso a superfície e a largura acabam por ser os critérios que decidem a compra. Para ver como esta família se situa no resto do catálogo, consulte a secção geral de pulseiras.

Pulseiras de punho largas ou finas

A largura indicada no nome é o segundo critério. Os modelos finos ficam perto de uma pulseira rígida e convivem bem com um relógio no mesmo pulso. Os largos cobrem boa parte do pulso e bastam-se a si próprios. A maior parte dos nomes não indica nem uma coisa nem outra, porque os modelos se situam numa medida intermédia. Se procura uma forma fechada e rígida, sem contraste de materiais, veja então os modelos fixos que entram pela mão.

O gesto conta tanto como a medida

Abrir um pouco, passar o pulso de lado, deixar a peça voltar ao sítio. É rápido. Mas, como não há nada para ajustar depois, uma largura mal escolhida nota-se logo à primeira. Quem usa várias peças ao mesmo tempo costuma ficar pelas finas, que deixam espaço às outras.

Metal vazado e aço dourado, sem couro sintético

Fora do couro sintético, o metal trabalha em negativo: faixas finas, curvas, losangos, formas étnicas e notas musicais, todos recortados na chapa, com vazios que deixam ver a pele do pulso. O aço dourado segue uma linha boémia, por vezes com uma pedra verde ou azul. E quando o volume tem de vir da sobreposição e não da largura, a resposta está nas pulseiras de dupla volta.