A nossa secção de bolsas de cintura reúne modelos para usar à cintura ou cruzados sobre o corpo, com o essencial sempre à mão. Os tecidos vão do pelo sintético ao veludo com estrelas, e da ganga desbotada ao linho natural; as cores, do verde e do azul-marinho ao camel, ao mostarda, ao dourado e ao rosa metalizado. O formato mantém-se compacto, tão à vontade na cidade como num passeio de verão.

As nossas bolsas de cintura para usar à cintura ou cruzadas

Pochete, bolsa de cintura ou mala de cintura: a mesma peça

Os três nomes circulam em Portugal e designam exatamente o mesmo objeto. Pochete é o que se ouve na conversa, mala de cintura aparece sobretudo nos catálogos, bolsa de cintura é a forma mais descritiva. Nenhum deles diz nada sobre a qualidade da peça, por isso vale mais olhar para o tecido, para a medida e para o sítio onde a bolsa vai assentar.

Onde fica a bolsa consoante o comprimento da alça

Com a alça encurtada, a bolsa assenta na anca e marca a cintura de umas calças direitas. Se a soltar por completo, a bolsa atravessa o peito e devolve linha a um casaco largo. Ao ombro comporta-se como uma bolsa pequena e desaparece por baixo de um sobretudo. É a alça ajustável que manda em tudo isto, e não o feitio da bolsa. Quem quiser a mesma posição sobre o corpo com mais espaço lá dentro encontra-a entre as bolsas para usar cruzadas sobre o corpo.

Veludo com estrelas, pelo sintético, ganga e linho

Quatro tecidos atravessam a seleção. O pelo sintético dá volume e apanha a luz, em preto, azul, verde e rosa. O veludo traz um motivo de estrelas sobre azul-marinho, camel ou cinzento, com acabamento mate. A ganga desbotada vai do azul ao preto lavado e aguenta o uso de todos os dias. O linho em bege e toupeira, tal como o tecido em espinha nas versões bege ou preto e branco, fica mais leve e pede sol.

Medidas e o que lá cabe

A largura vai dos 24 aos 36 centímetros, com uma profundidade entre 7 e 10. Lá dentro cabem o telemóvel, as chaves, o porta-cartões e um batom, e pouco mais sem que a bolsa perca a razão de ser. São doze centímetros de diferença entre o modelo mais estreito e o mais largo, e notam-se assim que a peça é usada. Para ver onde este formato se coloca ao lado dos outros, a página que reúne as nossas bolsas dá a visão de conjunto.

Como cuidar de cada tecido

Cada tecido pede um gesto diferente, e nenhum deles vai à máquina. Um pano seco ou apenas humedecido resolve a maior parte das situações, desde que a secagem se faça em plano e longe de um aquecedor. O sol direto e prolongado é o inimigo comum: as cores fortes e os acabamentos metalizados perdem brilho bem antes do preto ou do bege. Para um volume aberto que se vai enchendo ao longo do dia, vale a pena ver as nossas bolsas amplas e abertas.

Cuidados a ter consoante o tecido
Pelo sintéticoEscova macia no sentido do pelo, a seco. Nunca água.
VeludoEscova macia, sem molhar. Guardar ao abrigo da luz forte.
GangaPano ligeiramente húmido e secagem em plano, longe do aquecedor.
Linho e espinhaPano seco no dia a dia; humedecido apenas sobre a mancha.