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Nos colares Belle Miss o que se nota primeiro é o trabalho do metal: folhas cinzeladas, círculos que se entrelaçam, medalhões de desenho limpo e pequenos charms pendurados em cordões. Uns ficam altos, junto à base do pescoço; outros descem até à clavícula. A prata, o cinzento e o preto sustentam o conjunto, e o vermelho, o azul, o rosa e o cobre surgem como apontamentos.
Existem 25 produtos.
O metal desta marca é sóbrio, por isso o brilho vem quase sempre das pedras aplicadas. Vale a pena olhar para elas antes do motivo, porque são o que se vê à distância e o que muda a peça sob luz artificial. As aplicações concentram-se em poucas peças, o que torna a escolha mais fácil do que parece.
| Strass azul | Em cascata sobre o único colar de estrutura rígida |
|---|---|
| Strass vermelho | Engastado nas folhas e a realçar os círculos entrelaçados |
| Strass âmbar | A pontuar os anéis dourados do cordão de couro entrançado |
| Cristais | No pendente triangular em metal preto mate |
| Incrustação rosa velho | Uma só peça, num pendente oval prateado |
| Prata polida ou patinada | Duas leituras do mesmo metal: reflexo vivo ou tom cinzento suave |
| Metal cinzento escuro | Sem brilho aplicado, o relevo faz sozinho o trabalho |
Este ponto merece atenção, porque as fichas não usam o mesmo critério. Nos modelos curtos o número que aparece é o comprimento da corrente esticada, não o perímetro do pescoço; esses valores situam-se entre 18 e 31,5 cm e servem sobretudo para perceber a que altura fica a peça. Já nos modelos compridos o critério inverte-se e surge um perímetro de 40 cm, ajustável até 46 cm.
Quase todos os colares trazem uma extensão de 5, 6 ou 7 cm. Cada peça cobre assim um intervalo de medidas, e basta mudar o fecho de um elo para o pendente descer de forma visível. Os valores exatos variam de modelo para modelo e estão indicados em cada ficha de produto; quem preferir percorrer toda a seleção de colares encontra os curtos e os compridos lado a lado, o que ajuda a fixar a medida antes de escolher.
O registo vegetal é o mais frequente. As folhas surgem finamente recortadas e escalonadas ao longo da corrente, umas vezes em prata patinada cinzenta, outras em metal cinzento escuro. Uma peça leva a ideia mais longe e reúne três flores de tamanhos diferentes, dispostas em cascata.
O outro registo é geométrico: anéis que se cruzam, círculos sobrepostos, pendentes triangulares, elos ovais. Depois há a peça que não encaixa em lado nenhum, uma fila de pequenos insetos cinzelados com strass. É a mais inesperada do conjunto e também a que menos se confunde com outra.
A estrutura determina o comportamento da peça depois de colocada. A maioria assenta numa corrente, que acompanha o decote. Um colar é rígido e não cede, o que mantém a cascata de strass exatamente no sítio; outro é semirrígido, com folhas patinadas, e guarda a curva mas cede um pouco. Dois dispensam por completo a corrente e usam quatro cordões flexíveis, cor de taupe num modelo e pretos no outro, com os charms enfiados ao longo dos cordões. Estes dois caem de forma mais solta e assentam bem sobre uma malha grossa de inverno.
Seja qual for a estrutura, vale a mesma regra simples: uma peça em destaque de cada vez. Se o colar já traz folhagem densa ou vários círculos, os brincos ficam melhor discretos. Estes acabamentos prateados e cinzentos repetem-se noutras categorias da loja, pulseiras e brincos incluídos, e a restante bijuteria da Mode Tendance segue a mesma paleta.