Belle Miss: colares com strass e motivos cinzelados

Nos colares Belle Miss o que se nota primeiro é o trabalho do metal: folhas cinzeladas, círculos que se entrelaçam, medalhões de desenho limpo e pequenos charms pendurados em cordões. Uns ficam altos, junto à base do pescoço; outros descem até à clavícula. A prata, o cinzento e o preto sustentam o conjunto, e o vermelho, o azul, o rosa e o cobre surgem como apontamentos.

Onde está o brilho: strass, cristais e incrustações

O metal desta marca é sóbrio, por isso o brilho vem quase sempre das pedras aplicadas. Vale a pena olhar para elas antes do motivo, porque são o que se vê à distância e o que muda a peça sob luz artificial. As aplicações concentram-se em poucas peças, o que torna a escolha mais fácil do que parece.

Aplicações e acabamentos dos colares Belle Miss
Strass azulEm cascata sobre o único colar de estrutura rígida
Strass vermelhoEngastado nas folhas e a realçar os círculos entrelaçados
Strass âmbarA pontuar os anéis dourados do cordão de couro entrançado
CristaisNo pendente triangular em metal preto mate
Incrustação rosa velhoUma só peça, num pendente oval prateado
Prata polida ou patinadaDuas leituras do mesmo metal: reflexo vivo ou tom cinzento suave
Metal cinzento escuroSem brilho aplicado, o relevo faz sozinho o trabalho

As medidas indicadas em cada ficha

Este ponto merece atenção, porque as fichas não usam o mesmo critério. Nos modelos curtos o número que aparece é o comprimento da corrente esticada, não o perímetro do pescoço; esses valores situam-se entre 18 e 31,5 cm e servem sobretudo para perceber a que altura fica a peça. Já nos modelos compridos o critério inverte-se e surge um perímetro de 40 cm, ajustável até 46 cm.

A corrente de extensão

Quase todos os colares trazem uma extensão de 5, 6 ou 7 cm. Cada peça cobre assim um intervalo de medidas, e basta mudar o fecho de um elo para o pendente descer de forma visível. Os valores exatos variam de modelo para modelo e estão indicados em cada ficha de produto; quem preferir percorrer toda a seleção de colares encontra os curtos e os compridos lado a lado, o que ajuda a fixar a medida antes de escolher.

Folhas, círculos e uma fila de insetos

O registo vegetal é o mais frequente. As folhas surgem finamente recortadas e escalonadas ao longo da corrente, umas vezes em prata patinada cinzenta, outras em metal cinzento escuro. Uma peça leva a ideia mais longe e reúne três flores de tamanhos diferentes, dispostas em cascata.

O outro registo é geométrico: anéis que se cruzam, círculos sobrepostos, pendentes triangulares, elos ovais. Depois há a peça que não encaixa em lado nenhum, uma fila de pequenos insetos cinzelados com strass. É a mais inesperada do conjunto e também a que menos se confunde com outra.

Correntes, cordões e o colar rígido

A estrutura determina o comportamento da peça depois de colocada. A maioria assenta numa corrente, que acompanha o decote. Um colar é rígido e não cede, o que mantém a cascata de strass exatamente no sítio; outro é semirrígido, com folhas patinadas, e guarda a curva mas cede um pouco. Dois dispensam por completo a corrente e usam quatro cordões flexíveis, cor de taupe num modelo e pretos no outro, com os charms enfiados ao longo dos cordões. Estes dois caem de forma mais solta e assentam bem sobre uma malha grossa de inverno.

Seja qual for a estrutura, vale a mesma regra simples: uma peça em destaque de cada vez. Se o colar já traz folhagem densa ou vários círculos, os brincos ficam melhor discretos. Estes acabamentos prateados e cinzentos repetem-se noutras categorias da loja, pulseiras e brincos incluídos, e a restante bijuteria da Mode Tendance segue a mesma paleta.