Um par de argolas abertas em tom dourado, estreitas junto ao pino e progressivamente mais largas na parte de baixo, onde o metal ganha a espessura de uma meia-lua maciça antes de terminar em bico. Toda a face exterior é trabalhada em relevo.
O diâmetro é de 3 cm e o fecho faz-se com um pino com borboleta, por trás do lóbulo.
Quase toda a gente tem um par de argolas finas, daquelas que se leem como um simples traço dourado e que desaparecem assim que a roupa ganha volume. Estas resolvem esse ponto: ocupam espaço suficiente para dispensar o colar quando a camisola é lisa e sobem de registo à noite sem obrigar a trocar de brincos. Não substituem as finas, ficam ao lado delas na gaveta e saem em dias diferentes.
Três centímetros chegam para que a argola se veja de frente e de perfil sem ficar pendurada até ao pescoço. A peça é de aço inoxidável, o que dispensa cuidados especiais entre utilizações, e a parte que atravessa a orelha é a mais fina de toda a argola, pelo que o ponto de apoio no lóbulo fica reduzido.
A largura não é constante: nasce estreita no pino, engrossa a meio da curva inferior e volta a afinar no bico. O relevo cobre essa face larga por inteiro, com um desenho irregular que quebra a luz em pontos pequenos em vez de devolver um único brilho. Numa argola polida, cada dedada e cada risco fica à vista; aqui misturam-se com o padrão.
| Forma | Argola aberta |
|---|---|
| Venda | Ao par |
| Material | Aço inoxidável |
| Cor | Dourado |
| Diâmetro | 3 cm |
| Fecho | Pino com borboleta |
Para limpar, um pano seco chega. As pastas de polir são a única coisa que se deve manter longe de uma superfície em relevo: os resíduos alojam-se nas reentrâncias do desenho e deixam um véu baço exatamente por cima do que se queria realçar. Se procuras a mesma ideia numa largura menor ou em prateado, vê o que mais há na secção de brincos em aço antes de decidires.