Uma carteira pequena em dois materiais: tecido bege atrás e uma aba dourada de grão marcado à frente. Para fechar, a lingueta passa por uma fivela dourada; lá dentro há uma janela transparente para o cartão de todos os dias.
O tecido bege tem trama larga e acabamento mate, por isso absorve a luz em vez de a refletir. A aba faz o contrário: pele sintética dourada de grão marcado, a condizer com o puxador do fecho. Para abrir, basta soltar a lingueta; a fivela dourada prende com firmeza. Duas superfícies lado a lado, mais nada.
| Materiais | Tecido bege e pele sintética dourada |
|---|---|
| Cor | Dourado e bege |
| Medidas | 14 x 9 x 2,5 cm |
| Fecho | Aba com lingueta e fivela, mais fecho de correr a toda a volta |
| Interior | Compartimentos para cartões, janela transparente, bolso com fecho, forro estampado |
Levantada a aba, aparecem os compartimentos cor de creme, dispostos uns sobre os outros. Ao lado fica uma janela transparente, prática para o passe ou para o cartão que basta mostrar. As moedas ficam no bolso central com fecho e as notas assentam esticadas no compartimento principal.
Por dentro, o tom muda: um padrão geométrico castanho e ocre cobre o fundo dos bolsos e o verso da janela. De fora não se percebe nada disso.
Com os seus 14 x 9 x 2,5 cm, a carteira cabe na palma da mão. Entra no bolso de um casaco ou numa mala pequena a tiracolo sem a encher, e a espessura ainda deixa espaço para um punhado de moedas. Se o telemóvel e as chaves também tiverem de ir consigo, veja as bolsas em algodão estampado.
O bege e o dourado dão-se bem com o camelo, o cru e a ganga clara, e no inverno destacam-se sobre uma malha escura. É o formato dos dias em que se sai sem a mala grande. Para comparar tamanhos, percorra outros modelos compactos.
As marcas dos dedos notam-se depressa num bege tão claro. Um pano macio, ligeiramente humedecido, tira quase todas. Nas partes douradas é preferível um pano seco. Guarde a carteira fechada para que a lingueta mantenha a forma.