Aqui encontra pulseiras montadas com contas polidas de quartzo rosa, num rosa suave que deixa passar a luz sem chegar a ser transparente. Cada modelo traz uma peça dourada: uma medalha com estrela, um pendente em forma de trevo, apliques dourados à volta de uma bola central. O tom muda de conta para conta, aqui mais carregado, ali quase branco. O diâmetro das contas e a montagem vêm indicados na ficha de cada modelo.

As nossas pulseiras de quartzo rosa e o pormenor dourado

Porque é que esta pedra é tão oferecida?

Há muito que o quartzo rosa se associa à ternura e ao afeto, e a cristaloterapia de hoje transformou-o na pedra do amor em todas as suas formas. É um uso simbólico, transmitido de geração em geração, e não uma propriedade do mineral: o dióxido de silício não atua nem sobre o humor nem sobre a saúde. Essa fama explica, isso sim, por que motivo uma pulseira destas acaba tantas vezes embrulhada para oferecer, num aniversário, no nascimento de um filho ou entre amigas de longa data.

O rosa leitoso e o que o explica

O quartzo rosa surge quase sempre em massas compactas, não em cristais soltos. A cor vem de inclusões fibrosas finíssimas dispersas pelo cristal: uma a uma não se veem, mas em conjunto chegam para difundir a luz. Por isso a pedra fica translúcida em vez de transparente, com aquele véu leitoso que a denuncia. Essas mesmas fibras desenham por vezes uma estrela ténue numa conta virada para a luz direta. Veja uma pulseira de perto: a cor nunca é totalmente uniforme; uma conta puxa para o branco, a do lado tem um rosa mais carregado e há sempre alguma atravessada por uma nuvem clara.

O que distingue cada pulseira de quartzo rosa

A base é comum: contas redondas e polidas, num rosa suave. O que muda é o dourado e o sítio onde assenta.

Modelo a modelo, onde fica a peça dourada
Medalha com estrelaMedalha gravada, pendurada na pulseira, com finas argolas douradas entre as contas de 8 mm.
Pendente de trevoPequeno trevo dourado num fio elástico.
Bola centralContas de 8 mm, apliques dourados espaçados e uma bola destacada ao centro; vem com caixa de oferta.

Uma medalha concentra o olhar num ponto só e lê-se mesmo à distância. O trevo, mais pequeno, só aparece quando a mão se mexe. Já os apliques espaçados fazem o contrário: distribuem o dourado por todo o contorno e deixam o protagonismo à pedra. Para o comprimento e o fecho, veja a ficha do modelo, porque mudam de peça para peça.

Combinar o rosa com o resto

O rosa suave combina com quase tudo, porque não rouba o lugar a nada. Ao lado de uma manga preta ou de ganga crua, parece mais claro do que é; sobre tons cru ou camelo recua e precisa do dourado para se fazer notar. Se, em vez do contraste, procura uma segunda pulseira, o violeta é a companhia mais natural: mesma família do quartzo, sem mudança de material, apenas um tom mais escuro. É isso que encontra nas contas violeta de ametista.

A montagem também merece comparação. As contas enfiadas e os aros rígidos não assentam da mesma maneira no pulso, e em todas as pulseiras de contas e aros de pedra natural encontra as duas montagens lado a lado.

Dureza, proveniência e cuidados

O quartzo rosa que chega ao mercado é extraído sobretudo no Brasil, em Madagáscar, na Namíbia, na Índia e na África do Sul. Atinge uma dureza de 7 na escala de Mohs, acima das pedras moles: a caixa de um relógio ou um fecho não o riscam com o uso normal. O que não suporta é a pancada seca contra uma aresta, porque uma conta pode partir sem sequer estar riscada. Quanto ao resto, dois cuidados chegam. O sol prolongado e repetido vai apagando o rosa, por isso guarde a pulseira numa gaveta e não no parapeito da janela. E perfumes, cremes e sabonetes gordurosos acumulam-se entre as contas e atacam o fio elástico, que acaba por ceder mais cedo.