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Quadrados de tecido para atar ao pescoço, ao cabelo ou à asa da mala. Os estampados vão do paisley aos traços dourados dos desenhos étnicos, passando pelo leopardo e pelas flores. Alguns modelos são plissados, outros têm um caimento liso. A medida e a composição estão indicadas em cada ficha.
Existem 21 produtos.
O mesmo quadrado muda de função conforme a estação. Vale a pena olhar para o guarda-roupa antes de escolher a medida e o estampado.
| Estação | Como se usa | Modelos que funcionam melhor |
|---|---|---|
| Primavera | Nó simples sobre camisa, fita no cabelo | Florais em tons pastel e Liberty azul |
| Verão | Fita na testa, nó na asa da mala, pareo curto na cintura | Quadrados grandes em viscose |
| Outono | Nó justo ao pescoço por baixo de um casaco | Paisley em bordeaux, caqui e dourado |
| Inverno | Dobrado em triângulo sobre malha grossa | Leopardo em tons quentes, plissados escuros |
O quadrado tem esta vantagem sobre o cachecol: serve o ano inteiro e não fica guardado seis meses na gaveta. Só muda a forma de o dobrar.
Com 70 x 70 cm faz-se um nó limpo no pescoço, uma fita no cabelo ou um laço na asa da mala. Com 90 x 90 cm as dobras alargam e o quadrado passa a servir de cinto pelas presilhas. Algumas fichas não indicam a medida; nesse caso o número aparece na página do modelo.
A partir de 120 x 120 cm o quadrado deixa o pescoço. Dobrado na diagonal cobre os ombros como um xaile, atado na cintura faz de pareo curto. É nesta medida que estão os estampados étnicos de traço dourado, todos em viscose.
Quatro famílias de estampado organizam a seleção. O paisley, com as suas gotas curvas, aparece em azul, vermelho e bege e assenta bem num casaco liso. Os desenhos étnicos traçam linhas douradas sobre fundo preto, caqui ou azul. O leopardo mantém-se em tons suaves, caramelo ou cinzento. As flores vão do Liberty azul-escuro aos pastéis de primavera. Fora deste grupo ficam dois desenhos: um motivo de correntes a preto e branco e uma cena equestre.
A composição muda de modelo para modelo e está indicada em cada ficha. O poliéster cobre a maior parte da seleção: cai macio, quase não vinca e segura bem as cores vivas. A viscose concentra-se nos quadrados grandes, onde o peso extra ajuda o caimento. Um modelo junta viscose e seda, outro é de algodão, mais mate e mais seco ao toque.
As indicações exatas estão em cada ficha, mas há gestos que se repetem. Lavagem à mão em água morna, ou a 30 °C em ciclo delicado quando o modelo o permite, de preferência dentro de um saco de rede. Secar na horizontal, longe do sol, para que os brancos não amarelem e os vermelhos não percam intensidade. Ferro morno pelo avesso, e nos plissados é melhor não passar a ferro.
O quadrado é apenas uma das formas disponíveis. Para estolas, modelos compridos e musselinas leves, a página que reúne todas as formas permite comparar num só sítio.
Dois vizinhos diretos merecem uma visita. O modelo patchwork com quatro motivos diferentes muda de aspeto consoante a dobra.
Mais pequenos e mais maleáveis, os quadrados de algodão liso foram pensados para a cabeça e para um nó justo ao pescoço.
O cachecol é retangular e pensado para o pescoço, enrolado ou dado em laço. O quadrado dobra-se em triângulo, em tira ou em fita, por isso a mesma peça passa do pescoço ao cabelo, à mala ou à cintura.
Não, desde que se dobre duas vezes antes de o atar. Dobrado em quatro, um 120 x 120 cm dá um volume próximo do de um quadrado médio, com mais tecido a cair sobre o ombro.