Fivelas, argolas em D, mosquetões e puxador do fecho partilham o mesmo bronze envelhecido, mais perto do latão antigo do que do dourado brilhante. Sobre um azul frio e desbotado, é esse calor que impede que a bolsa pareça sem relevo. Na mesma secção estão outros modelos com bolsos aplicados à frente.
O sintético não é liso: tem um grão miúdo e algumas rugas moles na peça da frente, pelo que a luz assenta em vez de saltar. As costuras, em linha mais clara, desenham o contorno das pestanas e descem pelas laterais.
Com as duas asas curtas, a bolsa vai na mão ou encaixa no braço sem balançar. Para caminhos mais longos entra a alça amovível e regulável, cujo comprimento se ajusta pela fivela corrediça. Para comparar feitios, veja os outros formatos da secção.
A alça prende-se pelas duas pontas às argolas em D dos cantos superiores, uma de cada lado. Sem a alça, a bolsa lê-se como um saco pequeno de mão; com ela presa, o peso apoia-se nesses dois cantos e não no meio da parte de cima.
Os dois bolsos da frente ficam lado a lado e continuam ao alcance da mão com a bolsa fechada. O passe ou o telemóvel ficam num bolso de fecho horizontal, aberto nas costas por baixo das asas. De cada lado fica um bolso aplicado, aberto, para o que costuma andar solto no bolso do casaco.
| Feitio | Bolsa de mão retangular, fundo direito |
|---|---|
| Cor | Azul claro |
| Material | Sintético |
| Fecho | Fecho de correr em toda a parte de cima |
| Bolsos exteriores | Dois com fivela à frente, um de fecho nas costas, um aplicado de cada lado |
| Ferragens | Bronze envelhecido |
O fundo e os cantos são os primeiros a apanhar a tinta da ganga nova ou de um casaco escuro. Passe um pano macio, mal humedecido, e quase tudo sai; depois deixe secar ao ar, longe do aquecedor.
Ficha informativa