A base é um tecido lavado de um cinzento irregular, que dá a volta ao corpo inteiro da bolsa.
Por cima dele ficam três recortes: um de grão fechado, um quadrado malhado que apanha a luz e uma faixa entrançada em espiga, a única com relevo verdadeiro.
Mede 36x26cm, tem forro preto, asa regulável, alça amovível e um fecho de correr nas costas. As ferragens são todas do mesmo cinzento escuro.
Comparada com as bolsas estampadas do mesmo tamanho, esta joga tudo na textura e nada no desenho. O tecido lavado que envolve o corpo muda de tom conforme a luz, o recorte de grão fechado é o mais quente dos quatro, o quadrado malhado é o único que devolve brilho e a faixa entrançada é a única onde os dedos sentem alguma coisa. Na mesma prateleira encontra as bolsas de mão trabalhadas por recortes.
As argolas, os mosquetões e as fivelas partilham o mesmo cinzento escuro e fosco, de modo que nenhuma peça metálica se destaca do tecido. É uma escolha discreta que mantém a atenção nos recortes.
Do lado de dentro a cor muda: o forro preto contrasta com o cinzento e faz com que o fundo se veja em vez de engolir tudo o que lá cai. Um compartimento central leva o grosso e dois mais estreitos seguram o resto. Nas costas, ao contrário da frente, não há recorte nenhum, apenas um fecho de correr horizontal à altura da mão.
Vista de todos os ângulos, resume-se a cinco planos:
| Frente | Quatro cinzentos cosidos em quadrados, sobre metade da superfície. |
|---|---|
| Costas | Superfície lisa, atravessada por um fecho de correr horizontal. |
| Topo | Abertura larga, sem estrutura que a obrigue a manter-se aberta. |
| Interior | Forro preto, um compartimento central e dois mais estreitos. |
| Ferragens | Argolas, mosquetões e fivelas, todas no mesmo cinzento escuro. |
Com 36x26cm fica no formato de todos os dias. Para percorrer o catálogo pela forma antes de escolher, comece pelas categorias arrumadas por feitio e material.