Bolsa de mão de estrutura firme com pala, cinzento claro à frente e preto por inteiro atrás. Um monograma claro em losangos cobre toda a superfície, incluindo a lateral.
A pala encaixa num fecho retangular prateado. A asa curta serve para levar a bolsa na mão e dois mosquetões prendem a alça de tecido às argolas laterais, soltando-a com a mesma rapidez.
A face de trás é a que resolve o dia a dia. Nela corre um bolso horizontal com fecho, o puxador em metal deixado simples. Como assenta rente ao corpo da bolsa, abre-se com uma mão enquanto a outra segura a asa. O passe, as chaves ou um talão dobrado ficam ali, sem obrigar a levantar a pala de cada vez.
A frente junta duas superfícies: a pala escura em cima e o corpo cinzento claro por baixo. Atrás não há divisão nenhuma, só preto. É por isso que a bolsa muda de tom conforme o lado que fica à vista, mais visível sobre um casaco camel, mais discreta sobre um conjunto escuro. O monograma em losangos percorre as duas faces sem mudar de escala, com pontos miúdos a marcar os cruzamentos.
A pala cobre o terço superior e termina numa lingueta preta com um fecho retangular prateado. Uma pressão chega. Logo acima, a asa arredondada assenta em dois encaixes e é curta: para a mão ou para a dobra do braço. Pousada, a bolsa fica de pé e mantém o recorte trapezoidal, sem tombar para a frente.
| Formato | Bolsa de mão rígida com pala e base trapezoidal |
|---|---|
| Cores | Cinzento claro à frente com pala preta, preto por inteiro atrás |
| Padrão | Monograma claro em grelha de losangos |
| Fecho | Pala com fecho retangular prateado |
| Como se usa | Asa curta rígida e alça de tecido regulável e amovível |
| Bolso à vista | Bolso horizontal com fecho na parte de trás |
A alça larga de tecido é preta e traz letras tom sobre tom que só aparecem quando a luz bate de lado. Uma fivela em metal acerta o comprimento e dois mosquetões prendem-na às argolas dos lados. Nessas mesmas argolas entra qualquer outra correia com mosquetão, por exemplo uma fita de tecido com padrão, quando apetece mudar o ar da bolsa sem a trocar.
A asa curta pede uma distância curta: da secretária à sala de reuniões, do carro ao restaurante. Segura na mão, a bolsa fica à frente do corpo e o cinzento aparece por inteiro. A alça serve para o resto do dia, quando é preciso ter as mãos livres numa paragem ou no comboio, e nesse caso é a face preta que fica encostada. Vale a pena experimentar as duas antes de decidir qual usa mais. Para comparar recortes, fechos e comprimentos de asa, veja a lista de bolsas de mão por acabamento e cor.
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