Uma gargantilha é o colar mais curto que existe, e esta cumpre a regra: 36 cm com 5 cm de folga, tudo acima da clavícula. A decoração concentra-se por isso num espaço estreito, logo por baixo do queixo.
O desenho junta botões de rosa em tecido cor-de-rosa claro, pérolas redondas de vários tamanhos e contas facetadas transparentes, presos a um fio dourado que se abre em ramos.
O que distingue esta peça é a altura a que assenta. Como fica toda acima da clavícula, vê-se de muito perto: os botões enrolados, as folhas verdes que os seguram e o desenho dos ramos ficam à distância de uma conversa, e não de uma fotografia de corpo inteiro. É por isso que os elementos são pequenos e que nenhum motivo central puxa o olhar.
Entre as bolas cor de marfim e bege há contas facetadas que deixam passar a luz. Num casamento, com as fotografias tiradas quase sempre contra uma janela ou ao fim da tarde, são essas contas que se acendem enquanto as restantes ficam mate. Na imagem parada do produto o efeito não aparece, mas ao vivo é o que dá vida à zona da frente.
| Comprimento do colar | 36 cm |
|---|---|
| Corrente de extensão | 5 cm |
| Armação | fio dourado fino e ramificado |
| Adorno | botões de rosa em tecido, pérolas redondas e contas facetadas |
A corrente serve para escolher a altura exata. No elo mais curto a peça fica colada ao pescoço; no último, desce o suficiente para acompanhar um decote sem o tapar. Atrás não há qualquer espessura, apenas o fio e o fecho, o que conta para quem prende o cabelo e deixa a nuca à vista.
Precisa de pescoço livre: decote redondo, decote a direito ou um vestido de alças. Com gola alta perde-se, porque o adorno passa a assentar sobre o tecido e não sobre a pele, e o contraste desaparece. Para quem prefere o mesmo desenho com outra dominante, há modelos idênticos noutras cores reunidos na mesma secção.
Não é obrigatório guardá-la só para uma cerimónia. Sobre uma malha lisa em tons neutros passa bem, desde que os brincos fiquem pequenos, porque duas peças a disputar a mesma zona cansam. Outros colares curtos de uso corrente partilham este comprimento.
O tecido amassa com facilidade e não recupera a forma sozinho. Vale a pena reservar-lhe um lugar próprio, deitada e com as flores para cima, em vez de a juntar a anéis e pulseiras dentro da mesma caixa. Para viajar, uma caixa pequena protege melhor do que um saco mole.
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