O fecho desta gargantilha é uma corrente prateada que serve igualmente de extensão, pelo que a peça ajusta-se de 32 a 39 cm. A volta ao pescoço é dada por uma fita plana de tom marfim e não por uma corrente.
Visto de frente, o conjunto não é simétrico: as penas abrem-se muito para além da flor e é daí que vem a largura real da peça.
A flor junta várias camadas de pétalas moles, umas lustrosas e outras foscas, com um cacho de pérolas pequenas e redondas a fazer de estames. Debaixo dela pendem soltas algumas pérolas em forma de lágrima, que baloiçam quando se vira a cabeça. A fita, por sua vez, traz um desenho tecido que só se nota quando a luz bate de viés.
Serve nos dois casos, mas não da mesma maneira. Sobre um vestido de noiva branco a peça acrescenta relevo sem mudar a cor; numa convidada de vestido claro, é ela que fica com o papel principal. Reunimos no mesmo separador o que mais se usa nesse dia, com outras propostas de flor em tecido.
Aí o branco passa a contrastar em vez de acompanhar, e as penas leem-se como uma mancha clara no decote. Funciona, desde que os brincos fiquem discretos. Quem não quiser andar a combinar peça a peça encontra os conjuntos que poupam a escolha.
Sem a corrente, a fita dá 32 centímetros; com ela, a peça chega aos 39. Justa ao pescoço comporta-se como gargantilha; no ponto mais largo desce um pouco e aproxima-se de um colar curto.
Uma fita métrica de costura resolve a dúvida em meio minuto. Passe-a onde a peça vai assentar e compare com os dois valores acima; os elos que sobrarem ficam à vista na nuca, o que só importa se o cabelo estiver apanhado.
| Tipo | Gargantilha sobre fita |
|---|---|
| Ajuste | De 32 a 39 cm |
| Extensão | Corrente de 7 cm |
| Adorno | Flor de tecido, penas, pérolas de efeito nacarado |
| Cor | Branco e prateado |
As penas não voltam ao sítio depois de ficarem meses debaixo de outras joias. O melhor é uma superfície plana, com a flor voltada para cima; enrolada dentro de uma bolsa, a peça estraga-se mais depressa do que com o uso. O perfume aplica-se sempre antes de pôr a peça, nunca com ela ao pescoço. Quanto às barbas que se prenderam umas às outras, um sopro de ar frio chega para as separar de novo.
Ficha informativa