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O nosso espaço pulseira ágata mulher reúne pulseiras na pedra mais antiga trabalhada pela humanidade, pérolas polidas montadas em elástico stretch para o porte diário. Variedade da calcedónia (sílica criptocristalina), a ágata deve o seu nome ao rio Achates na Sicília onde o filósofo grego Teofrasto a identificou no III século a.C. Em Portugal, a ágata açoreana basáltica (Pico, Faial) e a tradicional importação luso-brasileira da Bahia fornecem o mercado. Variedades: ágata musgosa, ágata índia vermelha, ágata negra, ágata de Botsuana, ágata riscada.
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O nosso espaço pulseira ágata mulher reúne pulseiras na pedra mais antiga trabalhada pela humanidade, pérolas polidas montadas em elástico stretch para o porte diário. Variedade da calcedónia (sílica criptocristalina SiO2), a ágata é uma das pedras mais antigas utilizadas em joalharia: selos mesopotâmicos de há 5000 anos, escaravelhos egípcios, intaglios romanos, anéis sigilares dos Bispos medievais. O seu nome vem do rio Achates na Sicília onde o filósofo grego Teofrasto a identificou no século III a.C. Em Portugal, a ágata açoreana basáltica das ilhas do Pico e do Faial e a tradicional importação luso-brasileira da Bahia fornecem o mercado.
A ágata é uma variedade de calcedónia (SiO2 microcristalino) caracterizada pelas suas bandas concêntricas naturais formadas por depósitos sucessivos de sílica em cavidades vulcânicas (geodos). Esta estrutura bandada distingue a ágata do jaspe (opaco sem bandas) e da cornalina (variedade vermelha não bandada). A sua paleta é uma das mais variadas do reino mineral: ágata musgosa (inclusões verdes parecidas a musgo), ágata índia (vermelha), ágata negra (tingida tradicionalmente), ágata dendrítica (motivos naturais em forma de fetos), ágata de Botsuana (bandas nítidas cinza-rosa-branco), ágata de fogo (raras iridescências multicoloridas), ágata riscada (variedade com bandas marcadas, popular em Portugal). A sua dureza Mohs (6,5 a 7) faz dela uma pedra durável perfeitamente adaptada às pulseiras diárias. Principais jazigos: Brasil (Bahia, primeiro produtor mundial e fornecedor histórico português), Uruguai, Índia, Madagáscar, Botsuana, Alemanha (Idar-Oberstein, hub histórico da ágata desde 1454), e Portugal (Açores: ágatas basálticas do Pico e do Faial, jazigos vulcânicos únicos no espaço lusófono). Para descobrir o universo completo das pedras energéticas, ver o nosso espaço pulseiras de cristaloterapia.
Em Portugal a ágata ocupa uma posição cultural particular, ligada a três tradições: a tradição açoreana (as ilhas vulcânicas do Pico, Faial, São Miguel e Terceira possuem jazigos naturais de ágata basáltica, recursos minerais únicos no espaço lusófono, valorizados pelas marcas Amaze Azores e por colectionadores portugueses), o comércio luso-brasileiro de gemas desde o século XVIII (o Brasil sendo o principal produtor mundial de ágata via Bahia, Portugal foi historicamente o porto europeu de importação destas pedras, tradição perpetuada por famílias de gemmologistas portuenses e lisboetas), e a tradição combinatória com o Ámbar Báltico importado via Lisboa (as pulseiras combinando ágata e âmbar são uma assinatura portuguesa popularizada pelas marcas Ambar Báltico Portugal). A cultura portuguesa contemporânea da cristaloterapia urbana (Lisboa, Porto, Coimbra, Algarve) integra a ágata como pedra de equilíbrio quotidiano, particularmente apreciada para o yoga, a meditação e as práticas Mindfulness. As marcas portuguesas (Naturibio « Pulseira de energia », Trendhim Portugal, Mineraly, Tenda da Alma, Casa Lotus) integram-na sistematicamente nas suas colecções. A nossa selecção inscreve-se nesta tradição acessível: pérolas naturais, preço razoável.
A família das ágatas é imensa: ágata musgosa (fundo translúcido com inclusões verdes parecidas a musgo vegetal), ágata índia (vermelha a castanha, tradicional, energia vital), ágata negra (tingida para intensificar a cor, protecção), ágata de fogo (raras iridescências multicoloridas), ágata dendrítica (paisagens naturais miniatura), ágata de Botsuana (bandas nítidas cinza-rosa-branco), ágata cornalina (bandas vermelhas e brancas), ágata açoreana basáltica (variedade portuguesa única, pequenos jazigos vulcânicos no Pico e Faial), ágata riscada (popular no mercado português). A pulseira apresenta-se principalmente em pérolas polidas esféricas (calibres 6 mm discreto, 8 mm equilibrado, 10 mm statement boho) montadas em elástico extensível. Para combinações cromáticas, a ágata cornalina vermelha casa naturalmente com as pedras verdes em harmonia complementar; ver o nosso espaço aventurina para a combinação ágata + aventurina que equilibra estabilidade (ágata) e sorte (verde).
Na cristaloterapia tradicional (lembrete: abordagem simbólica de bem-estar, não conselho médico), a ágata está associada a vários chakras conforme a variedade: chakra raiz para a ágata vermelha (enraizamento), chakra do coração para a ágata musgosa (apaziguamento emocional), chakra raiz e plexo solar para a ágata de Botsuana (resiliência). Considerada uma pedra de equilíbrio e protecção doce, é tradicionalmente usada para estabilizar as emoções, acompanhar os períodos de transição, e favorecer o enraizamento permanecendo aberto à mudança. As associações clássicas recomendam combiná-la com o jaspe (reforçar o enraizamento), com o quartzo transparente (amplificar o efeito geral), ou com a cornalina se se escolher uma variedade vermelha (intensificar a dimensão vital).
Pergunta frequente: em que pulso? Para a ágata, pedra de equilíbrio e de estabilidade, o pulso esquerdo é tradicionalmente privilegiado (lado receptivo, integrar a estabilidade). O pulso direito convém para projectar essa estabilidade na acção diária. Manutenção: a ágata é durável (Mohs 6,5-7), suporta a água e o duche ocasional. Carregar sobre uma geode de ametista ou ao luar. Para as ágatas tingidas (notavelmente a ágata negra comercial), evitar a exposição prolongada ao sol intenso que pode atenuar a tinta a longo prazo. Para suportes mais discretos em cristaloterapia, ver também os nossos brincos de litoterapia.
A ágata é tecnicamente uma variedade de calcedónia caracterizada pelas suas bandas concêntricas visíveis. A calcedónia sem bandas aparentes chama-se simplesmente « calcedónia ». A cornalina (vermelha), o ónix (preto), o jaspe (opaco) e a ágata (bandada) são todos primos geológicos da mesma família das sílicas microcristalinas (SiO2).
A ágata natural apresenta bandas irregulares e assimétricas (cada pedra é única, nenhuma simetria perfeita), uma opacidade variável (as bandas claras são por vezes translúcidas), e a frescura ao toque característica do quartzo. As imitações em vidro ou resina apresentam bandas demasiado regulares e simétricas, e aquecem rapidamente na mão. A ágata tingida (notavelmente preta e azul intensa) é legítima mas deve ser declarada pelo vendedor.
Excelente presente, particularmente adaptado para apoiar um período de estabilização ou transição suave. A variedade influencia a intenção: ágata musgosa para a calma emocional, ágata índia vermelha para a vitalidade, ágata negra para a protecção, ágata de Botsuana para a resiliência. Calibre 6-8 mm para um presente diário. Em Portugal particularmente apreciada quando provém dos Açores (ágata basáltica autóctone, presente nacional autêntico).