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Todas as peças desta secção representam um elefante estilizado e prendem-se com um íman, sem alfinete a atravessar o tecido. É o único ponto que têm mesmo em comum. A cor, os adornos e a medida mudam de modelo para modelo e vêm indicados na ficha de cada peça. Na prática, a escolha faz-se sobretudo pelo tom e pela peça de roupa onde a pregadeira vai ficar.
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Numa pregadeira clássica, o alfinete atravessa a malha e deixa uma marca que já não desaparece. Aqui não atravessa nada: o motivo fica à frente, a peça magnética vai atrás e as duas metades seguram-se uma à outra. Pôr e tirar demora dois segundos e pode repetir-se as vezes que quiser, na gola de uma camisola macia, num xaile ou num cachecol. A meio do dia pode mudá-la da lapela do casaco para a alça da mala, sem ter de pensar no assunto. Numa gola de malha larga, onde um alfinete acaba sempre por puxar um fio, a diferença nota-se logo.
| Inverno | Na lapela do casaco, procurando uma zona com uma só camada de tecido. Sobre lã grossa ou casaco acolchoado o íman prende com menos firmeza. |
|---|---|
| Meia-estação | Em blazers e casacos de malha leve, onde o tecido é suficientemente fino para o íman agarrar bem. |
| Verão | Em lenços de seda e blusas finas. É aqui que a fixação é mais firme. |
| À noite | Num xaile ou na alça da mala, para um detalhe discreto que não sobrecarrega o conjunto. |
O cinzento é o mais discreto. Corpo marmoreado, tromba preta com brilho e uma orelha perolada: reflete a luz mais do que exibe cor e num casaco antracite ou azul-escuro não rouba as atenções. O castanho e salmão segue o caminho oposto, com pequenas flores cor-de-rosa e verdes, pormenores dourados e um cabochão preto no olho, e aquece os tons camel, o bege e os tons de tijolo. Entre os dois fica o bicolor cinzento e branco, debruado a dourado e com decoração floral, suficientemente marcado para se ver de longe num casaco liso. Em caso de dúvida, a cor indicada na ficha é a referência mais fiável.
Não são peças de grande formato que ocupem meio casaco. Onde a medida está indicada, os modelos ficam entre 4,7 e 5 cm, ou seja, cerca de dois dedos. Numa lapela estreita assentam bem e não puxam o tecido para baixo. Mais pequenas passariam despercebidas num casaco de inverno; bastante maiores tornar-se-iam pesadas para um fecho magnético. Quando a ficha não indica a medida, as fotografias com a mão ao lado dão uma ideia bastante fiel das proporções reais.
Como nada é espetado, pode usar duas ao mesmo tempo sem qualquer risco para a roupa. Resulta bem uma na ponta da gola e outra na alça da mala, ou as duas seguidas numa das pontas do cachecol. Convém que fiquem dentro da mesma família de tons, caso contrário o conjunto fica confuso. E se ao fim da tarde parecer demasiado, basta tirar uma delas: o tecido fica exatamente como estava de manhã. Este detalhe conta mais do que parece em peças de malha, onde qualquer furo se nota assim que a luz bate de lado. Quem já perdeu uma camisola fina por causa de um alfinete percebe a diferença logo na primeira vez que usa uma pregadeira magnética.
Para tirar a pregadeira, faça deslizar as duas partes uma contra a outra em vez de puxar de uma vez, para que o tecido não sofra qualquer esticão. Guarde cada peça deitada, numa bolsa própria: caso contrário, dentro da mala o íman atrai chaves e moedas e a pintura lasca quando o metal bate. Um pano macio e seco chega para avivar os pormenores dourados. Água, produtos de limpeza e perfume vaporizado muito perto devem evitar-se sobre a decoração pintada, que perde brilho antes do metal.
O elefante é apenas um dos motivos disponíveis. Pode ver os restantes desenhos desta família, que usam o mesmo fecho magnético em silhuetas muito diferentes.
Se preferir alargar a procura, a secção de pregadeiras reúne ainda motivos florais, geométricos e de fantasia, com íman ou com alfinete conforme a peça.