Um par de luvas em camurça sintética cor cognac, mate e aveludada, com o punho aberto sobre uma larga dobra de pelo encaracolado louro areia. Uma tira castanha lisa atravessa essa dobra e fecha numa pequena fivela retangular de metal cinzento. No polegar e no indicador aparece uma ponta de tom mais escuro. Tamanho único.
Chamar camel a este par é simplificar: há três castanhos em jogo: o exterior mate, a dobra que puxa ao louro areia e a tira, de um castanho mais fechado. Num guarda-roupa onde o preto não manda sozinho, esse tom lê-se de longe e obriga o resto a acompanhar: o cachecol, a mala, a gola. Quem preferir um tom que não se note tanto encontra as luvas que dispensam o camel na mesma secção.
O que se reconhece nas fotografias, sem interpretação nenhuma pelo meio.
| Exterior | Camurça sintética mate, tom cognac |
|---|---|
| Forro | Pelo sintético em toda a mão |
| Punho | Pelo encaracolado, louro areia, virado para fora |
| Tira | Lisa, castanha, fivela retangular de metal cinzento |
| Pontas | Tom mais escuro no polegar e no indicador |
| Corte | Cinco dedos, tamanho único |
Todo o trabalho do modelo está no dorso e no punho. A palma é lisa, sem reforços aplicados nem tiras antiderrapantes, o que permite agarrar um corrimão ou uma chave sem que nada faça volume por baixo dos dedos. Em troca, cinco dedos separados perdem calor mais depressa do que uma mão fechada: se o que conta for o aquecimento e não a pega, vale mais juntar os dedos.
No polegar e no indicador a ponta é de um tom mais carregado que o resto da luva. Cai exatamente onde o dedo toca no ecrã, ou seja, onde antes era preciso tirar a luva à porta do multibanco. No resto da superfície não há estampado nem logótipo à vista.
Pousado, o par não fica plano: o punho mantém o rolo do pelo e ocupa mais espaço do que se espera num bolso de casaco. O modelo existe em tamanho único.
Ficha informativa