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O nosso espaço pulseira olho de tigre mulher reúne pulseiras na pedra dourada cintilante, pérolas polidas montadas em elástico stretch para o porte diário. Variedade cintilante do quartzo com finas fibras douradas, o olho de tigre é tradicionalmente chamado a pedra da protecção e da confiança em si mesmo em cristaloterapia. A sua paleta mel-bronze com reflexos sedosos e mutáveis permanece reconhecível ao primeiro olhar, popular tanto para mulher como para homem na joalharia acessível portuguesa.
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O nosso espaço pulseira olho de tigre mulher reúne pulseiras na pedra dourada cintilante, pérolas polidas montadas em elástico stretch para o porte diário. Variedade cintilante do quartzo (SiO2) com inclusões paralelas de fibras de crocidolite oxidadas em limonite, o olho de tigre deve o seu nome ao famoso efeito « cintilante » que recorda a íris de um grande felino: as suas fibras douradas captam e reflectem a luz diferentemente segundo o ângulo, criando um movimento visual hipnótico. Conhecido desde a antiguidade egípcia (amuletos de protecção dos soldados) e particularmente apreciado na tradição luso-brasileira (importações brasileiras desde o século XVIII), continua a ser uma das pedras mais vendidas na cristaloterapia portuguesa.
O olho de tigre é uma variedade cintilante do quartzo (SiO2) formada pela silicificação progressiva de fibras de crocidolite (asbesto azul) que foram oxidadas em limonite (óxidos de ferro hidratados), dando a cor dourada característica. Os seus primos geológicos são o olho de falcão (cinza-azul, não oxidado) e o olho de touro (vermelho-castanho, mais oxidado). A sua dureza Mohs (7) faz dela uma pedra durável. Os principais jazigos encontram-se na África do Sul (Província do Cabo, primeiro produtor mundial), na Índia, na Birmânia, no Brasil (fornecedor histórico do mercado português via Bahia), na Austrália Ocidental e nos Estados Unidos (Califórnia). Em Portugal pequenos vestígios de quartzo cintilante aparecem em jazigos da Beira Interior e no Algarve, sem alcançar quantidades industriais. A cintilação (efeito « olho ») é intensa nas pedras bem orientadas pelo lapidário perpendicularmente às fibras; planas, a pedra parece mais opaca. Para descobrir o universo completo das pedras energéticas, ver o nosso espaço pulseiras de cristaloterapia.
Em Portugal o olho de tigre tem uma história especial, ligada a três tradições sobrepostas: o comércio luso-brasileiro de gemas desde o século XVIII (o Brasil sendo um dos principais produtores mundiais de quartzo cintilante via Bahia e Minas Gerais, Portugal foi historicamente o principal porto europeu de importação destas pedras, tradição comercial visível ainda hoje através de famílias de gemmologistas portuenses e lisboetas), a tradição militar portuguesa (os navegadores dos Descobrimentos e mais tarde os soldados das Guerras Coloniais portugueses levavam amuletos em olho de tigre para a protecção em terras distantes, herança visível em medalhas militares tradicionais), e a cultura contemporânea da cristaloterapia urbana (Lisboa, Porto, Coimbra, Algarve, com forte ligação às práticas de yoga, meditação e Mindfulness). O olho de tigre figura sistematicamente entre as 5 pedras mais procuradas em Portugal, particularmente como presente masculino (Dia do Pai, aniversários, despedidas de solteiro). As marcas portuguesas (Tenda da Alma, Casa Lotus, Naturibio, Mogesjewellery, KTW Cristais, Dicci) integram-no regularmente nas suas colecções. As pulseiras Tommy Hilfiger Jewelry com olho de tigre são também muito procuradas no mercado masculino português. A nossa selecção inscreve-se nesta tradição acessível: pérolas naturais, preço razoável.
O olho de tigre apresenta-se principalmente em pérolas polidas esféricas (calibres 6 mm discreto feminino, 8 mm equilibrado unissexo, 10 mm statement masculino) montadas em elástico extensível. A cintilação é mais intensa nas pérolas de maior calibre (8-10 mm) onde o efeito « olho » se desloca visivelmente quando se move o pulso. Três variantes principais: olho de tigre clássico (dourado-bronze, o mais difundido), olho de tigre vermelho (variante aquecida para intensificar a cor, frequentemente vendida sob o nome « olho de touro »), olho de tigre azul (na realidade olho de falcão, não oxidado, mais raro). Para combinações cromáticas, o olho de tigre dourado casa naturalmente com as pedras verdes em harmonia complementar; ver o nosso espaço aventurina para a combinação clássica olho de tigre + aventurina que equilibra confiança (dourado) e sorte (verde), particularmente apreciada como presente de boa sorte profissional.
Na cristaloterapia tradicional (lembrete: abordagem simbólica de bem-estar, não conselho médico), o olho de tigre está associado ao chakra do plexo solar (Manipura), em relação com a confiança em si mesmo, a afirmação pessoal, o poder e a protecção contra as energias exteriores hostis. Considerado historicamente como a pedra dos guerreiros romanos e egípcios, é tradicionalmente usado para atravessar os períodos de desafio profissional, sustentar a afirmação de si nos contextos difíceis (entrevista, negociação, falar em público), e oferecer uma protecção simbólica contra as más línguas. As associações clássicas recomendam combiná-lo com a hematite (reforçar o enraizamento), com a obsidiana (intensificar a protecção energética), ou com a cornalina (amplificar a dimensão vital e a coragem de agir).
Pergunta frequente: em que pulso? Para o olho de tigre, pedra de afirmação e de protecção, o pulso direito é tradicionalmente privilegiado (lado activo, projectar a confiança para o exterior). O pulso esquerdo convém para os períodos em que se procura integrar mais profundamente a confiança em si mesmo. Manutenção: o olho de tigre é resistente (Mohs 7), suporta a água e o duche ocasional. Carregar sobre uma geode de ametista ou à luz do sol da manhã (o olho de tigre é uma das raras pedras que adora o sol e regenera aí o seu brilho). Evitar os choques violentos (as pérolas podem rachar ao longo das fibras). Para suportes mais discretos em cristaloterapia, ver também os nossos brincos de litoterapia.
O olho de tigre natural apresenta uma cintilação viva que se desloca segundo o ângulo (efeito « olho » móvel, visível à luz directa), uma coloração ligeiramente irregular, e uma dureza que não se risca à faca (Mohs 7). As imitações em vidro fibrado ou em resina apresentam uma cintilação fixa, demasiado regular, que não se move segundo o ângulo. O olho de tigre vermelho é quase sempre uma variante aquecida (procedimento tradicional aceite); o olho de tigre verde não existe naturalmente (é tingido). A nossa selecção apenas propõe pérolas naturais, clássico dourado ou vermelho aquecido.
Histórica e simbolicamente, o olho de tigre é posicionado como pedra masculina (guerreiros, protecção, afirmação, poder), mas esta categorização é puramente cultural. Muitas mulheres usam-no em calibre 6 mm pelo seu lado quente e a sua simbologia de afirmação pessoal. O calibre 8 mm é unissexo. O calibre 10 mm é mais maciçamente masculino.
Excelente presente, particularmente adaptado para: Dia do Pai, aniversário homem, apoio a uma pessoa querida em transição profissional, presente de encorajamento a um desportista, estudante em período de exames importantes. Para uma mulher, calibre 6-8 mm em dourado clássico. Para um homem, calibre 8-10 mm em dourado clássico ou vermelho aquecido para um efeito mais statement.