Bolsa saco Mélanie Paris com frente em tecido cru de trama larga e faixa camel em baixo; costas, laterais e fundo em material liso do mesmo tom. A patilha central encosta sob uma placa dourada.
Nas costas há um bolso com fecho ao longo de quase toda a largura e, por baixo, quatro pés dourados. Usa-se com a pega curta ou com a alça comprida de mosquetões. Medidas: 23 x 23 x 12 cm.
Há bolsas que só saem em ocasiões contadas. Esta não: com medidas quase quadradas, leva o que se usa entre o escritório e o fim da tarde sem obrigar a escolher. O acesso é rápido pela abertura larga, e a parte de trás resolve o resto, porque tem um bolso com fecho nas costas, ao longo de quase toda a largura, com uma pequena patilha no cursor que se encontra às escuras. O passe e o telemóvel ficam ali, à mão e ao mesmo tempo resguardados. Para ver onde se enquadra no catálogo, abra a página onde esta bolsa está arrumada.
Por baixo, a bolsa assenta numa base plana e quatro pés em metal dourado que a levantam da mesa. É um pormenor que passa despercebido na fotografia e que se nota no uso: pousada no chão do comboio ou numa esplanada, a bolsa não fica em contacto direto com a superfície e mantém-se de pé sozinha.
| Medidas | 23 x 23 x 12 cm |
|---|---|
| Tecido | Cru de trama larga à frente, liso à volta |
| Placa e argolas | Metal dourado, com rebites a condizer |
| Pés | Quatro, dourados, sob o fundo |
Do lado de fora, a bolsa conta duas histórias. Uma é o tecido cru de trama larga, de fio bem visível, com uma faixa camel a cruzá-lo em baixo e a subir um pouco para um dos lados. Costas, laterais e fundo seguem outro caminho: material liso, sem trama, no mesmo tom quente. De frente domina o claro; de costas, o castanho toma conta de tudo. No centro do bordo superior, uma patilha camel desce e encosta sob uma placa retangular dourada, o mesmo dourado das argolas laterais e dos rebites que as prendem.
Com a pega curta, a bolsa quase não se afasta do corpo: rebitada às argolas, fica debaixo do braço e sai de lá com um gesto. Numa das imagens aparece ainda uma alça comprida com mosquetões, pousada por baixo da bolsa, com fivela para acertar o comprimento. Presa às argolas, passa a bolsa a tiracolo e liberta as duas mãos. Se preferir comparar antes de escolher, veja o conjunto das bolsas, do mais pequeno ao mais volumoso.
Não é preciso produto nenhum. Um pano quase seco, passado no sentido do fio, chega para tirar o pó antes que ele assente, e nos cantos de baixo mais vale passar com leveza do que esfregar. Arrumada de pé e sem peso por cima, a bolsa conserva o feitio direito com que chegou.